sexta-feira, 28 de outubro de 2016

ROADHOUSE GRILL

A experiência: éramos quatro pessoas. O Roadhouse Grill fica em uma casa de madeira ao lado do Pier 21. Sua decoração é semelhante a outras casas que exploram o mesmo nicho, como o Outback, o TGI's Friday, o Capital Steakhouse, entre outras. O que chama a atenção, quando se entra, são os toneis cheios de amendoins que ficam nas mesas. O amendoim é cortesia da casa. Quando chegamos, embora depois de 13 horas, o restaurante ainda estava bem vazio, mas fomos levados pela recepcionista para uma mesa bem distante da porta, na lateral da direita de quem entra, com vista para a lateral do local, possibilitando vermos parte do Pier 21 e do Lago Paranoá. Atendimento lento e como estávamos mais distantes, tínhamos que ficar levantando os braços sempre que precisávamos de fazer um pedido. Todos estavam com fome, motivo pelo qual atacamos o amendoim que estava no tonel ao centro de nossa mesa. Também pedimos o pão da casa, chamado yeast roll, que vem servido com um potinho de um creme vegetal, cujo sabor remete a uma manteiga. Tanto o pão quanto o creme são ligeiramente adocicados. O pão é fofinho, não esfarela e é fácil de devorar mais de um. A primeira rodada de pães é por conta da casa, desde que os comensais peçam uma refeição. Para beber, pedi Coca Cola Zero na versão refil (R$ 9,90). Sempre me arrependo de pedir esta versão, pois o refrigerante vem aguado e nunca aguento tomar mais que um copo. Peço por pedir.
Como principal, escolhi o carro chefe da casa, o baby back ribs (R$ 59,90), acompanhado por arroz pilaf. Prato bem servido. Costelinha de porco assada por muito tempo no forno, cuja carne se desprendia facilmente do osso, sem necessidade de usar a faca. Macia, mas carecia de sabor. Talvez fosse necessário um pouco mais do molho barbecue que cobria a carne. O arroz estava insosso, totalmente dispensável. Finalizei com uma xícara de café espresso Café do Sítio (cortesia), que já chegou fria em nossa mesa.
Restaurante: Roadhouse Grill
Endereço: SCES, Trecho 2, Conjunto 35, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3321 8535

Web: http://roadhousegrill.com.br/
Reserva: não
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 25/09/2016, domingo, almoço.
Valor total da conta: R$ 284,748, para quatro pessoas, incluído o serviço e cinco canecas de chopp (R$ 11,15 cada uma). Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 5.

domingo, 23 de outubro de 2016

BLOCO C

Restaurante: Bloco C
Endereço: SCLS 211, Bloco C, loja 17, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3363 3062

Web: https://www.facebook.com/blocoCrestaurante/
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 29/09/2016, quinta-feira, jantar.
Ambiente: decoração moderna com referências da arquitetura de Brasília, como o concreto nas paredes, cobogós, as plaquinhas verdes indicativas e os azulejos de Athos Bulcão. Tudo distribuído em três ambientes, sendo um externo, na parte de trás do restaurante. Ficamos em mesa para seis pessoas no piso superior.
A experiência: o restaurante é o mais badalado do momento em Brasília, tendo ganhado os últimos principais prêmios ligados à gastronomia de melhor restaurante da cidade, assim como seu chef e proprietário, Marcelo Petrarca, ganhou prêmios de melhor chef. Chegamos cedo, por volta de 19:30 horas, praticamente na hora em que o restaurante começava a funcionar para jantar, pois quando liguei para fazer reserva, não havia mais mesa disponível, restando apenas os lugares destinados aos sem reserva. Já estava bem cheio e logo lotou. Como ainda havia lugar, escolhemos ficar no segundo piso. A parte externa é agradável, mas como o tempo estava fechado, achamos mais prudente ficar em local protegido. Estava com muita sede, pedindo logo uma lata de 350 ml de Guaraná Antarctica Zero (R$ 5,50), em copo com bastante gelo. E fiquei no refrigerante toda a noite.
Ainda estávamos decidindo o que comer, quando o garçom chegou com um mimo do chef. Era o abre bocas, um bolinho frito de peixe empanado em panko fininho. Foi servido em um recipiente de inox cromado em espiral, tal qual os que sustentam as famosas coxinhas servidas nos restaurantes badalados de São Paulo. Estava quentinho, bem temperado, com tamanho maior da média dos abre bocas servidos nos restaurantes no Brasil. Foi um ótimo começo. O cardápio não é longo, com pratos que têm influência das cozinhas brasileira, italiana e espanhola, principalmente. Embora tenha um toque do chef, não há nada que seja completamente autoral. Pode estar aí um dos motivos para o sucesso do Bloco C: pratos que as pessoas gostam, bem preparados e saborosos.

Escolhemos para compartilhar como entrada o steak tartare de filé (R$ 46,00). Tal entrada demorou um pouco a chegar à mesa. Bem apresentado, vem com a gema de ovo bem amarela por cima da carne picada, ficando a cargo dos comensais fazer a mistura antes de comer. Acompanhou a entrada batatas fritas crocantes e salada de folhas frescas. Para meu paladar, estava com sabor mais ácido do que gosto, mas agradou muito aos demais da mesa, pois em questão de minutos o prato ficou vazio. Meus companheiros de mesa gostaram tanto que repetiram a dose. Também experimentei o segundo tartare, concluindo que a acidez acima do ponto é a tônica. As batatas estavam muito gostosas, levemente crocantes.


Como prato principal, minha escolha recaiu no filet poivre (R$ 72,00). Prato bem servido, mas com visual que não chamava a atenção. O acompanhamento era arroz piemontese. Por cima do filé, além do molho de pimenta negra, havia bastante panko passado na frigideira, o que garantiu a crocância no paladar. A carne estava macia, com destaque para o molho de pimenta, ardida no ponto certo, elevando o sabor do filé. Achei excessivo o panko, mas foi só raspar com o garfo e retirar o que considerei além da conta. O arroz estava bem cremoso, sem ser enjoativo. O único ponto que não me agradou foi que também tinha um sabor levemente ácido.

A sobremesa também foi compartilhada por todos na mesa. Escolhemos duas delas: bolo de cenoura coberto com chocolate cremoso (R$ 22,00) e bombom de romeu e julieta (R$ 23,00). Experimentei apenas uma colherzinha de ambos. Como estavam muito doces, não quis mais comer. Finalizei com um bem tirado café espresso (R$ 5,50). No frigir dos ovos, é um bom restaurante, com pratos bem feitos e que agradam à maioria. Se você procurar ousadia e pratos 100% autorais, não é o lugar.
Valor total da conta: R$ 844,28, para seis pessoas, incluído o serviço e uma garrafa de vinho tinto. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 7.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

CANTINA DA MASSA

Restaurante: Cantina da Massa
Endereço: SCLS 302, Bloco A, loja 4, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3226 8374

Web: http://www.cantinadamassa.com.br/
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 23/09/2016, sábado, jantar.
Ambiente: varanda externa, devidamente coberta, cuja decoração remonta aos restaurantes de Roma, com muita planta. Salão interno aconchegante, com iluminação amarela, o que confere ao local um ar mais "quente".
A experiência: o restaurante estava cheio, com todas as mesas na varanda ocupadas. Ainda havia lugar no salão interno, com ótima climatização, onde ficamos. Atendimento muito bom, simpático, com os pratos sendo entregues em tempo adequado, sem demoras. Começamos dividindo uma entradinha.
Escolhemos os bolinhos de tapioca (R$ 26,90). Na verdade não são bolinhos, mas sim cubinhos de tapioca. O prato é muito bem servido. São cubinhos fritos granulados feitos com tapioca e queijo coalho, acompanhados por um potinho com geleia de pimenta vermelha. Estavam sequinhos, sem nenhuma gordura e com boa textura. Para mim faltava um pouco de sal na massa, mas quando molhados na geleia, o sabor dava uma levantada legal.
A casa é famosa por suas massas. Assim, sem ter dúvidas, escolhi uma delas como prato principal. Fui na simplicidade: penne ao pesto (R$ 48,90). No caso, o pesto da Cantina da Massa é feito com basílico, nozes, pinholes, parmesão e azeite extra virgem. Servido em um prato fundo, tinha uma tuile de parmesão como adorno. O prato estava tão quente que o garçom alertou para não colocar a mão nele, pois poderia queimá-la. Na boca, pesto muito bem feito, com sal no ponto certo, aderindo à massa perfeitamente. Esta, por sua vez, estava al dente como gosto, mas algumas pessoas podem achar estranho o seu ponto, pois a massa estava bem consistente.
Ao ver a carta de sobremesas, lembrei-me quando cheguei em Brasília e a moda nos restaurantes era ter creme de papaia com licor de cassis (R$ 19,90) como sobremesa. Fui nostálgico e pedi um. Estava delicioso. Sorvete de creme batido com mamão papaia, com textura suave, não muito doce. O garçom serviu a taça e, em seguida, a regou com uma boa dose de licor de cassis. Ficou sensacional e deu aquela sensação de volta ao tempo, vinte anos atrás. Finalizei a bela noite com um café espresso Illy (R$ 5,90). Para acompanhar o jantar, bebi uma garrafa de 500 ml de H2O limão (R$ 5,50).
Valor total da conta: R$ 223,08, para duas pessoas, incluído o serviço, sem bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 8.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

NEBBIOLO

Restaurante: Nebbiolo
Endereço: SCLS 409, Bloco D, loja 30, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 2099 6640

Web: http://nebbiolorestaurante.com.br/
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 23/09/2016, sexta-feira, almoço.
Ambiente: moderno, bem decorado, aconchegante, bom espaço entre as mesas.
A experiência: o restaurante estava vazio, apenas duas mesas ocupadas além da nossa. Ficamos em uma mesa mais ao fundo do salão, ao lado da porta de vidro que dá acesso à parte de trás do bloco, para a área verde da quadra residencial. Não gostei do atendimento, pois o garçom que nos servia era excessivo em querer deixar a mesa mais confortável. Os pratos também demoraram a chegar, mesmo com a casa vazia. De início, dividimos o couvert (R$ 19,00 por pessoa), com pães, manteiga ghee, caldo de batata baroa, patê de tomate seco e patê de salmão. Não sou fã de manteiga clarificada e a servida no couvert estava sem sal, o que a fez ficar com gosto de óleo. Comi dois tipos de pão. O primeiro, com frutas secas, estava macio e saboroso, mas o outro, uma espécie de pão francês, estava duro, como se estivesse velho. O caldinho, que foi reposto mais de uma vez para quem pediu, estava morno, bem temperado, com destaque para o sabor adocicado da baroa. Quanto aos patês,embora não goste de tomate seco, achei este patê bem delicado, suave, com acidez no ponto exato, sem agredir ao paladar. Já o patê de salmão era para comer em quantidade pequena, pois era enjoativo. Em seguida, o prato principal, um picadinho de filé ao molho de cerveja stout (R$ 52,00), acompanhado por arroz branco, banana da terra grelhada, ovo pochê e crocante de mandioca. A apresentação deu água na boca de tão bonita, com os ingredientes bem dispostos no prato, com rico aroma. Ao levar à boca, as expectativas não foram correspondidas. O sabor do molho era muito forte, dominando o prato. O crocante de mandioca tinha a textura de um bagaço de cana, duro e difícil de partir, mesmo com os dentes. Terminei o longo almoço com um bem tirado café espresso.
Valor total da conta: R$ 613,36, para quatro pessoas, incluído o serviço, com bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 6.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

OLIVER

O Oliver fica em um lugar muito agradável, em construção rústica, com madeira e objetos de decoração artesanais, como aqueles feitos no distrito de Bichinho, em Tiradentes, MG. Facilidade de estacionamento, pois fica dentro do Clube de Golfe de Brasília, ainda conta com manobrista na porta. No horário noturno, divide espaço com outro restaurante, de pegada mais contemporânea, o Cru Balcão Criativo. As mesas estão em uma sala reservada, em um salão interno, e na varanda, local aprazível para dias de clima ameno, o que não é o caso em época de seca na cidade. Ficamos em mesa no salão interno, onde o ar é climatizado. O menu é variado, passeando pela culinária internacional, com opções de risotos, massas, carnes, peixes, aves, saladas, entradas e sobremesas. Para alguns pratos há a possibilidade de pedir meia porção.


O restaurante faz parte da Associação da Boa Lembrança, o que me motivou a pedir este prato específico para almoçar: robalo buriti (R$ 89,00), prato elaborado com um ingrediente típico do cerrado, o buriti. Peixe branco servido grelhado com crosta de farofa de buriti sobre risoto porcini, com pesto de manjericão servido ao lado do prato. Embora o atendimento na mesa tenha sido bom, a demora na chegada dos pratos foi longa. E não é a primeira vez que isto ocorre comigo neste restaurante. Demorou em excesso, mais de quarenta minutos, mesmo o restaurante estando apenas com menos da metade de sua capacidade ocupada. O prato era bem servido, mas com um visual bem feio. Confesso que tive uma repulsa inicial ao vê-lo. No paladar, o peixe estava cozido além do ponto, ficando sua crosta dura, seca, incômoda para partir e para comer. O interior estava úmido, mas sem muita suculência. A farofa de buriti estava gostosa, mas as lascas de buriti que colocaram atrapalharam um pouco, pois tinham consistência dura, tipo bagaço de cana de açúcar. Já o risoto, embora com aspecto feio, estava bem feito, com excelente tempero, textura boa e bem cremoso. Quanto ao pesto de manjericão, até agora me pergunto qual era a sua função no prato, já que o risoto estava bem úmido e, por causa do funghi porcini, com sabor forte. No prato, o pesto estava deslocado e contribuía para o seu aspecto repulsivo. Durante o almoço, bebi uma lata de 350 ml de Schweppes Citrus Light (R$ 7,00). Não pedimos sobremesa, indo direto para uma xícara de café espresso da Nespresso (R$ 6,00). Ao pagar a conta, recebi o belo prato de cerâmica, recordação da Boa Lembrança.

Restaurante: Oliver
Endereço: SCES Trecho 2, Lote 2, Clube de Golfe de Brasília, Lago Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3323 5961

Web: http://www.restauranteoliver.com.br/
E-mail: contato@restauranteoliver.com.br
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 22/09/2016, quinta-feira, almoço.
Valor total da conta: R$ 186,00, para duas pessoas, incluído o serviço, sem bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 6.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

LE JAZZ BRASSERIE - JARDINS



Reserva é mais que recomendável para jantar no Le Jazz Brasserie, unidade dos Jardins, em São Paulo. Eu e um amigo fomos jantar na noite de terça-feira. O termômetro indicava 13ºC. Não tínhamos reserva, mas, por sorte, ao chegarmos, por volta de 20:30 horas, restava uma única mesa para dois, localizada no fundo do salão. Assim que sentei, percebi que uma fila de espera já se formava no bar. O local é bem pequeno, estilo bistrô francês, com mesas coladas umas nas outras, chão de piso hidráulico, um bar elegante, trilha sonora de primeira, em volume adequado, que não atrapalhou em nenhum momento nossa conversa, cartazes, lambe-lambe e espelhos nas paredes, tudo contribuindo para um clima bem charmoso. Serviço sensacional.


O tempo pedia um vinho. Decidimos pelo único português da carta, mas estava em falta. Em seu lugar, pedimos o chileno Mancura Etnia 2013 (R$ 79,00), elaborado com a casta cabernet sauvignon. No primeiro ataque ao paladar, o senti muito ácido e com taninos bem presentes, mas evoluiu bem na taça, casando muito bem com meu prato principal. A casa oferece, como nos bistrôs franceses, água filtrada servida em garrafas de vidro sem nenhuma cobrança adicional.


Quando pensei no Le Jazz, logo veio à minha mente o ovo mollet (R$ 35,00). Não tive dúvidas, escolhendo-o como entrada. Ovo pochê empanado e frito com sauté de cogumelos, azeite de trufas e crocante de presunto cru. O prato não demorou a chegar. Assim que colocado na mesa, juntamente com duas fatias grandes de pão torrado, o aroma de trufas dominou o ambiente e aguçou meu paladar. Parti o ovo, cuja capa era dourada e crocante, ao meio e a gema se revelou amarela, mole, descendo vagarosa e deliciosamente, inundando o sauté de cogumelos. Simplesmente divino. Sal no ponto certo, ovo na textura correta. Uma explosão de sabores na boca.


Saí de um clássico do restaurante para um clássico da cozinha francesa, escolhendo como prato principal o steak tartare (R$ 52,00). Prato bem servido, respeitando a receita clássica. Carne fresca, picada na faca, com sabor de mostarda presente, mas sem dominar. Acompanhamentos também clássicos: salada verde, com leve toque de balsâmico, e batatas fritas.


Durante o jantar, vi a movimentação dos garçons saindo da cozinha. Notei que a maioria das mesas pedia sobremesa. Resolvi fazer um jantar completo, escolhendo mais um clássico francês na hora do doce: île flottante (R$ 22,00). Mais um prato que chegou rápido à mesa. Uma bela e tostada bola de claras em neve foi servida sobre um creme inglês salpicado por lâminas de amêndoas. Estava gostoso, mas foi o prato fraco da noite. Terminei com um bem tirado café espresso descafeinado da Nespresso (R$ 6,50).

Restaurante: Le Jazz Brasserie
Endereço: Rua Melo Alves, 734, Cerqueira César, São Paulo, SP.
Telefone: +55 11 3062 9797
Web: http://www.lejazz.com.br/
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 20/09/2016, terça-feira, jantar.
Valor total da conta: R$ 338,80, valor para duas pessoas, incluído o serviço. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 8.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

MERCADO 153 - AEROPORTO

Meu embarque para São Paulo estava marcado para 14:20 horas. Decidi almoçar no aeroporto para não perder tempo. Cheguei às 13:00 horas, indo direto para a praça de alimentação, que fica no segundo piso do Aeroporto de Brasília. A ideia era almoçar em algum fast food, mas ao subir as escadas rolantes, dei de cara com uma praça remodelada, cheia de opções. Escolhi o Mercado 153, cuja unidade do Brasília Shopping já conhecia. Sei que são rápidos e a carta é variada. O restaurante não estava cheio. Decoração moderna, com pinturas nas paredes do artista plástico Ferreira. Escolhi uma mesa mais ao canto, e recebi o cardápio, que é bem variado. Por estar no aeroporto, além de refeições, também servem salgados e lanches rápidos. As opções do menu são nomeadas "box", fazendo alusão a um mercado. Escolhi o box 17 (R$ 42,00) - entrecôte de carne de sol grelhado com manteiga de garrafa, queijo coalho, arroz branco, vinagrete de feijão e farofa de parmesão. Serviço rápido.

Em cerca de dez minutos, meu prato foi colocado em minha frente. Vistoso, bem servido, aromático. A manteiga de garrafa deu um toque especial na carne. Eram dois pequenos bifes de contra-filé bem fininhos. Estavam duros. O queijo coalho estava bem grelhado, mas poderia ser maior, já que veio servido por cima dos bifes. Havia uma desproporção entre o tamanho da carne e o do queijo. Ou aumentam o tamanho do queijo coalho, ou o servem ao lado da carne. A farofa estava bem seca, e quase não se sentia o sabor do parmesão, que geralmente é salgado e domina no paladar, mas não foi o caso. A vinagrete de feijão foi o melhor do prato. Ela deu frescor ao conjunto com um ótimo tempero, trazendo o feijão em uma textura mais consistente. O arroz branco era insosso e tornou o prato muito seco. Talvez um molho à parte fosse necessário. Para beber, fui de H2O Limoneto, garrafa de 500 ml (R$ 6,00).

Restaurante: Mercado 153 - Aeroporto
Endereço: Praça de Alimentação do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, Brasília, DF
Web: http://grupo153.com.br/
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 20/09/2016, terça-feira, almoço.
Valor total da conta: R$ 52,80, valor individual, incluído o serviço. Conta paga com cartão de débito.
Minha nota: 6.