sexta-feira, 30 de setembro de 2016

CANTINA DA MASSA

Restaurante: Cantina da Massa
Endereço: SCLS 302, Bloco A, loja 4, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3226 8374

Web: http://www.cantinadamassa.com.br/
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 23/09/2016, sábado, jantar.
Ambiente: varanda externa, devidamente coberta, cuja decoração remonta aos restaurantes de Roma, com muita planta. Salão interno aconchegante, com iluminação amarela, o que confere ao local um ar mais "quente".
A experiência: o restaurante estava cheio, com todas as mesas na varanda ocupadas. Ainda havia lugar no salão interno, com ótima climatização, onde ficamos. Atendimento muito bom, simpático, com os pratos sendo entregues em tempo adequado, sem demoras. Começamos dividindo uma entradinha.
Escolhemos os bolinhos de tapioca (R$ 26,90). Na verdade não são bolinhos, mas sim cubinhos de tapioca. O prato é muito bem servido. São cubinhos fritos granulados feitos com tapioca e queijo coalho, acompanhados por um potinho com geleia de pimenta vermelha. Estavam sequinhos, sem nenhuma gordura e com boa textura. Para mim faltava um pouco de sal na massa, mas quando molhados na geleia, o sabor dava uma levantada legal.
A casa é famosa por suas massas. Assim, sem ter dúvidas, escolhi uma delas como prato principal. Fui na simplicidade: penne ao pesto (R$ 48,90). No caso, o pesto da Cantina da Massa é feito com basílico, nozes, pinholes, parmesão e azeite extra virgem. Servido em um prato fundo, tinha uma tuile de parmesão como adorno. O prato estava tão quente que o garçom alertou para não colocar a mão nele, pois poderia queimá-la. Na boca, pesto muito bem feito, com sal no ponto certo, aderindo à massa perfeitamente. Esta, por sua vez, estava al dente como gosto, mas algumas pessoas podem achar estranho o seu ponto, pois a massa estava bem consistente.
Ao ver a carta de sobremesas, lembrei-me quando cheguei em Brasília e a moda nos restaurantes era ter creme de papaia com licor de cassis (R$ 19,90) como sobremesa. Fui nostálgico e pedi um. Estava delicioso. Sorvete de creme batido com mamão papaia, com textura suave, não muito doce. O garçom serviu a taça e, em seguida, a regou com uma boa dose de licor de cassis. Ficou sensacional e deu aquela sensação de volta ao tempo, vinte anos atrás. Finalizei a bela noite com um café espresso Illy (R$ 5,90). Para acompanhar o jantar, bebi uma garrafa de 500 ml de H2O limão (R$ 5,50).
Valor total da conta: R$ 223,08, para duas pessoas, incluído o serviço, sem bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 8.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

NEBBIOLO

Restaurante: Nebbiolo
Endereço: SCLS 409, Bloco D, loja 30, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 2099 6640

Web: http://nebbiolorestaurante.com.br/
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 23/09/2016, sexta-feira, almoço.
Ambiente: moderno, bem decorado, aconchegante, bom espaço entre as mesas.
A experiência: o restaurante estava vazio, apenas duas mesas ocupadas além da nossa. Ficamos em uma mesa mais ao fundo do salão, ao lado da porta de vidro que dá acesso à parte de trás do bloco, para a área verde da quadra residencial. Não gostei do atendimento, pois o garçom que nos servia era excessivo em querer deixar a mesa mais confortável. Os pratos também demoraram a chegar, mesmo com a casa vazia. De início, dividimos o couvert (R$ 19,00 por pessoa), com pães, manteiga ghee, caldo de batata baroa, patê de tomate seco e patê de salmão. Não sou fã de manteiga clarificada e a servida no couvert estava sem sal, o que a fez ficar com gosto de óleo. Comi dois tipos de pão. O primeiro, com frutas secas, estava macio e saboroso, mas o outro, uma espécie de pão francês, estava duro, como se estivesse velho. O caldinho, que foi reposto mais de uma vez para quem pediu, estava morno, bem temperado, com destaque para o sabor adocicado da baroa. Quanto aos patês,embora não goste de tomate seco, achei este patê bem delicado, suave, com acidez no ponto exato, sem agredir ao paladar. Já o patê de salmão era para comer em quantidade pequena, pois era enjoativo. Em seguida, o prato principal, um picadinho de filé ao molho de cerveja stout (R$ 52,00), acompanhado por arroz branco, banana da terra grelhada, ovo pochê e crocante de mandioca. A apresentação deu água na boca de tão bonita, com os ingredientes bem dispostos no prato, com rico aroma. Ao levar à boca, as expectativas não foram correspondidas. O sabor do molho era muito forte, dominando o prato. O crocante de mandioca tinha a textura de um bagaço de cana, duro e difícil de partir, mesmo com os dentes. Terminei o longo almoço com um bem tirado café espresso.
Valor total da conta: R$ 613,36, para quatro pessoas, incluído o serviço, com bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 6.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

OLIVER

O Oliver fica em um lugar muito agradável, em construção rústica, com madeira e objetos de decoração artesanais, como aqueles feitos no distrito de Bichinho, em Tiradentes, MG. Facilidade de estacionamento, pois fica dentro do Clube de Golfe de Brasília, ainda conta com manobrista na porta. No horário noturno, divide espaço com outro restaurante, de pegada mais contemporânea, o Cru Balcão Criativo. As mesas estão em uma sala reservada, em um salão interno, e na varanda, local aprazível para dias de clima ameno, o que não é o caso em época de seca na cidade. Ficamos em mesa no salão interno, onde o ar é climatizado. O menu é variado, passeando pela culinária internacional, com opções de risotos, massas, carnes, peixes, aves, saladas, entradas e sobremesas. Para alguns pratos há a possibilidade de pedir meia porção.


O restaurante faz parte da Associação da Boa Lembrança, o que me motivou a pedir este prato específico para almoçar: robalo buriti (R$ 89,00), prato elaborado com um ingrediente típico do cerrado, o buriti. Peixe branco servido grelhado com crosta de farofa de buriti sobre risoto porcini, com pesto de manjericão servido ao lado do prato. Embora o atendimento na mesa tenha sido bom, a demora na chegada dos pratos foi longa. E não é a primeira vez que isto ocorre comigo neste restaurante. Demorou em excesso, mais de quarenta minutos, mesmo o restaurante estando apenas com menos da metade de sua capacidade ocupada. O prato era bem servido, mas com um visual bem feio. Confesso que tive uma repulsa inicial ao vê-lo. No paladar, o peixe estava cozido além do ponto, ficando sua crosta dura, seca, incômoda para partir e para comer. O interior estava úmido, mas sem muita suculência. A farofa de buriti estava gostosa, mas as lascas de buriti que colocaram atrapalharam um pouco, pois tinham consistência dura, tipo bagaço de cana de açúcar. Já o risoto, embora com aspecto feio, estava bem feito, com excelente tempero, textura boa e bem cremoso. Quanto ao pesto de manjericão, até agora me pergunto qual era a sua função no prato, já que o risoto estava bem úmido e, por causa do funghi porcini, com sabor forte. No prato, o pesto estava deslocado e contribuía para o seu aspecto repulsivo. Durante o almoço, bebi uma lata de 350 ml de Schweppes Citrus Light (R$ 7,00). Não pedimos sobremesa, indo direto para uma xícara de café espresso da Nespresso (R$ 6,00). Ao pagar a conta, recebi o belo prato de cerâmica, recordação da Boa Lembrança.

Restaurante: Oliver
Endereço: SCES Trecho 2, Lote 2, Clube de Golfe de Brasília, Lago Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3323 5961

Web: http://www.restauranteoliver.com.br/
E-mail: contato@restauranteoliver.com.br
Reserva: sim
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 22/09/2016, quinta-feira, almoço.
Valor total da conta: R$ 186,00, para duas pessoas, incluído o serviço, sem bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 6.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

LE JAZZ BRASSERIE - JARDINS



Reserva é mais que recomendável para jantar no Le Jazz Brasserie, unidade dos Jardins, em São Paulo. Eu e um amigo fomos jantar na noite de terça-feira. O termômetro indicava 13ºC. Não tínhamos reserva, mas, por sorte, ao chegarmos, por volta de 20:30 horas, restava uma única mesa para dois, localizada no fundo do salão. Assim que sentei, percebi que uma fila de espera já se formava no bar. O local é bem pequeno, estilo bistrô francês, com mesas coladas umas nas outras, chão de piso hidráulico, um bar elegante, trilha sonora de primeira, em volume adequado, que não atrapalhou em nenhum momento nossa conversa, cartazes, lambe-lambe e espelhos nas paredes, tudo contribuindo para um clima bem charmoso. Serviço sensacional.


O tempo pedia um vinho. Decidimos pelo único português da carta, mas estava em falta. Em seu lugar, pedimos o chileno Mancura Etnia 2013 (R$ 79,00), elaborado com a casta cabernet sauvignon. No primeiro ataque ao paladar, o senti muito ácido e com taninos bem presentes, mas evoluiu bem na taça, casando muito bem com meu prato principal. A casa oferece, como nos bistrôs franceses, água filtrada servida em garrafas de vidro sem nenhuma cobrança adicional.


Quando pensei no Le Jazz, logo veio à minha mente o ovo mollet (R$ 35,00). Não tive dúvidas, escolhendo-o como entrada. Ovo pochê empanado e frito com sauté de cogumelos, azeite de trufas e crocante de presunto cru. O prato não demorou a chegar. Assim que colocado na mesa, juntamente com duas fatias grandes de pão torrado, o aroma de trufas dominou o ambiente e aguçou meu paladar. Parti o ovo, cuja capa era dourada e crocante, ao meio e a gema se revelou amarela, mole, descendo vagarosa e deliciosamente, inundando o sauté de cogumelos. Simplesmente divino. Sal no ponto certo, ovo na textura correta. Uma explosão de sabores na boca.


Saí de um clássico do restaurante para um clássico da cozinha francesa, escolhendo como prato principal o steak tartare (R$ 52,00). Prato bem servido, respeitando a receita clássica. Carne fresca, picada na faca, com sabor de mostarda presente, mas sem dominar. Acompanhamentos também clássicos: salada verde, com leve toque de balsâmico, e batatas fritas.


Durante o jantar, vi a movimentação dos garçons saindo da cozinha. Notei que a maioria das mesas pedia sobremesa. Resolvi fazer um jantar completo, escolhendo mais um clássico francês na hora do doce: île flottante (R$ 22,00). Mais um prato que chegou rápido à mesa. Uma bela e tostada bola de claras em neve foi servida sobre um creme inglês salpicado por lâminas de amêndoas. Estava gostoso, mas foi o prato fraco da noite. Terminei com um bem tirado café espresso descafeinado da Nespresso (R$ 6,50).

Restaurante: Le Jazz Brasserie
Endereço: Rua Melo Alves, 734, Cerqueira César, São Paulo, SP.
Telefone: +55 11 3062 9797
Web: http://www.lejazz.com.br/
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 20/09/2016, terça-feira, jantar.
Valor total da conta: R$ 338,80, valor para duas pessoas, incluído o serviço. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 8.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

MERCADO 153 - AEROPORTO

Meu embarque para São Paulo estava marcado para 14:20 horas. Decidi almoçar no aeroporto para não perder tempo. Cheguei às 13:00 horas, indo direto para a praça de alimentação, que fica no segundo piso do Aeroporto de Brasília. A ideia era almoçar em algum fast food, mas ao subir as escadas rolantes, dei de cara com uma praça remodelada, cheia de opções. Escolhi o Mercado 153, cuja unidade do Brasília Shopping já conhecia. Sei que são rápidos e a carta é variada. O restaurante não estava cheio. Decoração moderna, com pinturas nas paredes do artista plástico Ferreira. Escolhi uma mesa mais ao canto, e recebi o cardápio, que é bem variado. Por estar no aeroporto, além de refeições, também servem salgados e lanches rápidos. As opções do menu são nomeadas "box", fazendo alusão a um mercado. Escolhi o box 17 (R$ 42,00) - entrecôte de carne de sol grelhado com manteiga de garrafa, queijo coalho, arroz branco, vinagrete de feijão e farofa de parmesão. Serviço rápido.

Em cerca de dez minutos, meu prato foi colocado em minha frente. Vistoso, bem servido, aromático. A manteiga de garrafa deu um toque especial na carne. Eram dois pequenos bifes de contra-filé bem fininhos. Estavam duros. O queijo coalho estava bem grelhado, mas poderia ser maior, já que veio servido por cima dos bifes. Havia uma desproporção entre o tamanho da carne e o do queijo. Ou aumentam o tamanho do queijo coalho, ou o servem ao lado da carne. A farofa estava bem seca, e quase não se sentia o sabor do parmesão, que geralmente é salgado e domina no paladar, mas não foi o caso. A vinagrete de feijão foi o melhor do prato. Ela deu frescor ao conjunto com um ótimo tempero, trazendo o feijão em uma textura mais consistente. O arroz branco era insosso e tornou o prato muito seco. Talvez um molho à parte fosse necessário. Para beber, fui de H2O Limoneto, garrafa de 500 ml (R$ 6,00).

Restaurante: Mercado 153 - Aeroporto
Endereço: Praça de Alimentação do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, Brasília, DF
Web: http://grupo153.com.br/
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 20/09/2016, terça-feira, almoço.
Valor total da conta: R$ 52,80, valor individual, incluído o serviço. Conta paga com cartão de débito.
Minha nota: 6.

domingo, 25 de setembro de 2016

BURGER HOUSE

Após ver uma excelente peça no Espaço Cena, a fome deu sinal de vida. Era noite de sábado. Na comercial da quadra 206, todos os finais de semana, em ambas as extremidades, tem ocorrido encontro de food trucks e feirinha de roupas e acessórios. Estávamos praticamente em frente. Decidimos dar uma volta na extremidade mais próxima do Eixinho L, local onde havia uma maior variedade. Eram nove food trucks de diversos formatos e tamanhos, sendo que quatro deles vendiam hambúrgueres. Um de suco, outro de carnes na parrilla, mais um de comida mexicana, outro de sanduíches feitos com pão de queijo e um de docinhos completaram o leque de opções. Olhamos todos e elegemos o Burger House, ressaltando que já conhecíamos o Geléia Burger e o Sucopira, mas queríamos algo novo. Neste food truck havia seis tipos de hambúrgueres, todos com nomes de carros possantes, como mustang ou cadillac. Para os tradicionais acompanhamentos, havia duas opções com batatas e uma com aros fritos de cebola. Para beber, refrigerante, suco em lata e chá mate também em lata. Escolhi o sanduba shelby e meu companheiro o gran torino. Ambos elegemos o combo, com sanduba, refri e batatas fritas. Ao fazer o pedido, fomos informados que o gran torino estava em falta. Fizemos então o mesmo pedido: dois combos shelby (R$ 30,00 cada um). Recebemos a nota e sentamos nas mesas de plástico em frente para esperar o pedido ficar pronto. Demorou uns quinze minutos. Quando chamaram o número 029, descobrimos que não havia Coca Cola Zero. Não nos foi informado isto quando do pagamento. Aceitaram substituir por um suco sem acréscimo, pois este era R$ 1,00 mais caro. Tanto sanduíche quanto a porção de batatas fritas são bem servidos, ou melhor, são bem grandes. No sanduíche, hambúrguer bovino artesanal de 200 gramas, queijo prato, alface americana, tomate, cebola picada, bacon rústico e molho teryaki. No meu caso, pedi para retirar o tomate, pois este ingrediente larga muita água, sujando bastante as mãos. O ponto alto do sanduíche é o hambúrguer. Bem cozido, de bom tamanho, com ótimo sabor. No entanto, o pão estava muito seco, parecia guardado há dias. E não sendo tostado, o gosto de velho ficava mais evidente. Nem mesmo a boa e suculenta mistura do molho teryaki, do bacon e da cebola picada conseguiram alterar ou amenizar o sabor seco do pão. O queijo era mero coadjuvante, pois a fatia era muito fina, quase não se sentia o seu sabor. E as batatas se revelaram totalmente dispensáveis, pois estavam frias, murchas e sem nenhum sabor.

Food truck: Burger House
Endereço: SCLN 206, estacionamento em frente ao Bloco A, Asa Norte, Brasília, DF
Web: https://www.facebook.com/bhousetruck/
Data: 17/09/2016, sábado, por volta de 22:15 horas.
Valor total da conta: R$ 60,00, para duas pessoas. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 5.


sábado, 24 de setembro de 2016

BAR BRAHMA

Sábado, almoço, feijoada, samba, amor, amigos, calor. Esta configuração é perfeita, mesmo com um calor de 37º C sendo registrado no termômetro em frente ao Bar Brahma. Chegamos por volta de 14:15 horas. Nossas amigas já estavam sentadas no salão principal. Prefiro ficar no terraço, ao ar livre, mas as mesas à sombra estavam ocupadas com duas comemorações de aniversários. Como o bar é todo aberto, sem paredes, uma brisa corria e amenizava o calor. Ao entrar, recebemos comandas individuais, o que facilita na marcação do consumo, bem como na hora de pagar, pois cada um pode se dirigir ao caixa e efetuar o pagamento, sem necessidade de esperar todos na mesa resolverem ir embora. Na comanda já indicava que a casa cobra couvert artístico de R$ 15,00 por pessoa. Shoe de Teresa Lopes e banda. clássicos do samba desfilaram em sua poderosa voz. Uma pequena pista de dança convidava os clientes a arriscar passos de samba, sozinhos ou em duplas; Alguns casais mostravam seus talentos em dança de salão. A música tinha volume acima do que gosto. Se quiser conversar em dia de música ao vivo, o salão interno não é o mais indicado, pois você tem que quase gritar para ser ouvido ou entendido. O cardápio da casa traz petiscos para compartir na mesa, bem típicos de bares, mas também traz alguns clássicos brasileiros como o filé oswaldo aranha, o barreado, o virado à paulista ou o picadinho. Para cada dia da semana, há um prato específico. No sábado, reina a feijoada, servida em buffet livre (R$ 55,00). Era minha vez de não beber. Assim, durante todo o período em que lá ficamos, bebi três latas de 350 ml cada de Pepsi Twist (R$ 5,10 cada uma). Antes de me servir da feijoada, fui ao buffet para pegar uma caneca de caldinho de feijão. Bem feito, quente, bem temperado. O cliente ainda pode colocar salsinha, cebolinha, cebola, bacon e alho frito conforme seu gosto. Estes ingredientes ficam disponíveis no buffet para cada um temperar seu caldo da forma que quiser. Depois de quase uma hora de bate papo e caldinhos, fui servir meu prato de feijoada. Carnes e embutidos estão em panelas separadas, deixando para o cliente decidir o que vai comer. No caso, coloquei uma colher de arroz branco para segurar a concha de feijão preto. Couve refogada (que estava fria), costelinha frita, paio, calabresa, lombo, charque, farofa e laranja completaram o meu prato. Gostei muito da costelinha, mas achei paio e calabresa sem graça. O lombo estava muito gorduroso, o que dá sabor ao prato, mas pesa no estômago e na consciência. É uma feijoada bem feita, mas fica longe de ser uma excelente feijoada. Bom lugar para ir em turma grande, para divertir, conversar e comer muito. Para quem gosta de beber chopp, os garçons não param de passar com bandejas recheadas de copos e tulipas de chopp, oferecendo nas mesas. Serviço simpático, com muita proximidade de garçom e clientes, mas sem forçar intimidades. Decidimos ir embora antes das amigas. Levantei, paguei a conta diretamente no caixa, recebi um cartão de liberação da saída e fomos embora ainda com a luz do dia. Fazia menos calor: 32º C.

Restaurante: Bar Brahma
Endereço: SCLS 201, Bloco C, loja 33, loja 06, Asa Sul, Brasília, DF
Telefone: +55 61 3224 9313

Web: http://barbrahmabrasilia.com.br/
Wi-fi: disponível, mediante senha.
Data: 17/09/2016, sábado, almoço.
Valor total da conta: R$ 77,33, valor individual, incluído o serviço. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 6.