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sexta-feira, 10 de março de 2017

CERVEJARIA BACKER

A experiência: não gosto de cerveja. Isto é fato, mas não me impede de frequentar cervejarias, bares e botecos, especialmente em BH, a capital mundial dos botecos. Aproveitando que dois colegas de Brasília estavam em BH, reunimos a turma do trabalho na Cervejaria Backer, que fica no bairro Olhos d'Água, um pouco fora do circuito de bares e restaurantes da cidade. Era quinta-feira, início de noite, com grande engarrafamento para chegar até lá. O local é enorme e bonito, onde também funciona a fábrica. O espaço do bar tem decoração que privilegia o tijolo aparente, luzes de neon, tonéis de cerveja e uma inusitada jabuticabeira no centro do salão. A cervejaria é ideal para se ir com grandes grupos, como era o nosso caso. Ficamos em uma mesa para 12 pessoas. Serviço ágil, rápido, sem delongas e firulas. Assim que acomodados, meus colegas de trabalho já foram pedindo as cervejas especiais da casa, enquanto eu fiquei no refrigerante de sempre, uma lata de Coca Cola Zero durante toda a noite. Para comer, a casa oferece uma variedade grande de petiscos. Foram vários pratos compartilhados na mesa, mas eu só provei três deles:
1. torresmo mineiro (R$ 49,00) - cubos de toucinho de barriga pururucados, crocantes e tenros, acompanhados por duas mostardas. Realmente vieram como descritos: crocantes e macios. Foram servidos em uma simpática peneira de aço inox, daquelas que se usam em frituras por imersão. Comi um pedaço. Tinha bom sabor, mas era muito pesado.
2. polpeta e basílico ao pomodoro (R$ 54,00) - almôndegas de picanha ao molho de tomates e manjericão, acompanhadas por pão cervejeiro e fatias de baguete artesanal. Eram dois tipos de pães feitos com cerveja, um escuro e outro claro. O primeiro era mais adocicado, tipo pão australiano. Pães macios e bem saborosos. Ouso dizer que eram, em sabor, bem superiores às almôndegas, cujo molho estava com um gosto predominante de massa de tomate, era muito ácido. Para sentir o gosto da polpeta, tive que limpá-la bem do molho espesso que a cobria. Faltava-lhe um tempero marcante.
3. linguiça beer style (R$ 58,00) - linguiça suína fina cozida em cerveja pale ale e grelhada, acompanhada por batatas baby ao chimichurri e duas mostardas. Prato com visual feio, no qual vieram cinco linguiças escuras e com gosto de queimado. Talvez seja o sabor forte a cerveja que me fez desaprovar a linguiça. A batata estava também escura e sem muito sabor, apesar do molho chimichurri regado sobre ela.
Para quem gosta de cerveja, um bom local para se conhecer. Para quem quer saborear uma comida boa, não é o lugar.
Restaurante: Cervejaria Backer
Endereço: Rua Santa Rita, 220, Olhos D'Água, Belo Horizonte, MG.
Telefone: +55 31 3228 8888
Web: http://www.cervejariabacker.com.br/
Data: 09/03/2017, quinta-feira, jantar.
Valor total da conta: R$ 1.360,00; para doze pessoas, incluído o serviço. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 5.

sábado, 11 de junho de 2016

BERLINA PATAGONIA BREWERY


Passamos na porta por mais de uma vez e sempre havia movimento, especialmente no horário noturno. Resolvemos parar uma noite para jantar. Eis minha experiência na Berlina Patagonia Brewery

Restaurante: Berlina
Endereço: Km 12 - Avenida Exequiel Bustillo 11.750, San Carlos de Bariloche, Argentina.
Telefone: +54 294 452 3336
Website: Berlina
Wi-fi: disponível para os clientes mediante senha fornecida pelos garçons.
Data: 23/05/2016, segunda-feira.
Horário: jantar (21 às 22:20 horas).
Mesa: localizada no piso térreo, em frente ao bar, à direita de quem entra, próximo à porta, para duas pessoas.
Ambiente: é uma casa de madeira, com dois pavimentos, nos quais estão distribuídas as mesas. A decoração é rústica, transmitindo um clima "caliente", com muito objeto adquirido em ferro velho ou loja de objetos usados. Em nossa frente havia uma antiga balança para pesar humanos. Como a estrela da casa é a cerveja artesanal por ela produzida, a pinta é mais de bar do que de restaurante. A música mecânica é muito alta.
Especialidade: culinária argentina, com destaque para as trutas.
Serviço: Recepção boa, garçons desatentos. Tivemos que sinalizar várias vezes para que viessem à mesa. Os pratos chegaram rapidamente à mesa.
Cardápio: tem poucas opções de refeição, com mais destaque para petiscos. Há uma boa oferta de pratos com truta.


O que bebi: um copo da cerveja negra Patagonia Foreign Stout ($ 65). Não aprecio cerveja, mas resolvi experimentar esta produção da casa. Forte, encorpada, com aroma de tostado e um leve adocicado. Na boca, amarga um pouco. Acompanhou a cerveja uma garrafa de 500 ml de água mineral com gás Alum-Co ($ 30). Ao término do jantar, tomei uma xícara de café espresso ($ 25), que era fortíssimo.


O que comi: trucha em crema de limón con puré de papa y rúcula ($ 190). Péssima escolha a que fiz. A truta estava com gosto forte de peixe, embora fresca, pois o tempero passou longe do meu prato. Veio servida com a cabeça, o que considerei totalmente desnecessário e deselegante. O tal creme de limão nada mais era do que três rodelas de limão colocadas por cima do peixe. O puré estava espesso, sem cremosidade. O que salvou o prato foi a rúcula, que era fresca e com aquele ardor que lhe é característico.
Valor total da conta: $ 495, para duas pessoas, incluído o serviço.
Minha nota: 4.