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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

CAMARADERÍA GASTROBAR


Restaurante: Camaradería Gastrobar
Endereço: Rua Cláudio Manoel, 555, Funcionários, Belo Horizonte, MG, Brasil.
Fone: +55 31 3646 4616
Web: http://www.camaraderia.com.br/
Data: 09/10/2017, segunda-feira, almoço.
Especialidade: gastronomia vegana.
Decoração: entrada na esquina de Rua Cláudio Manoel com Rua Professor Moraes, com decoração limpa, que tem ares antigos com uma pegada moderna. Uma grande lousa ocupa as paredes da direita onde estão escritas as opções de pratos para o almoço, assim como as sobremesas. A parede do lado da Rua Professor Moraes é toda em vidro, possibilitando aos clientes uma ampla visão da rua, além de garantir uma iluminação natural para o bar-restaurante. Ao fundo, à direita, um balcão serve de apoio aos empregados e de bar.
Serviço: cheguei para almoçar sozinho, sendo imediatamente atendido por um atencioso garçom. Como era cedo, por volta de meio dia, havia muitas mesas vazias. Escolhi uma mesa para quatro pessoas encostada na parede de vidro. Não há cardápio físico na hora do almoço. Além de poder ler o que está na lousa-parede, o garçom leva até a mesa um tablet no qual o cliente vê as opções do dia diretamente do Instagram do restaurante. Havia quatro opções de refeição e seis de sobremesa. O prato chegou bem rápido à mesa.
Bebida: Mate Leão Fuze Limão Zero (R$ 6,50) para acompanhar a comida. 
Prato principal: comida vegana tem que estar muito  bem temperada, pois do contrário, fica insossa, mas resolvi experimentar logo um prato mais radical, escolhendo iscas de filé de soja empanadas regadas ao molho de hortelã, acompanhadas por legumes assados e arroz branco (R$ 28,90). O prato é bem servido, mas é visualmente feio, sem cores vibrantes. O arroz branco veio servido em uma cumbuca à parte, colocada dentro do próprio prato de porcelana branca. As iscas do filé de soja eram grandes, quase que um "escalope", mas estavam bem macias, levemente empanadas, o que valorizou o sabor da própria soja. O molho, já servido sobre as iscas, era mais parecido com um pesto de ervas, já que o sabor da hortelã era muito suave, quase imperceptível. Acho que assim ficou melhor, pois o sabor mais picante e refrescante da hortelã poderia desvirtuar o sabor das iscas de soja. O arroz branco foi bom para absorver um pouco do molho. Os legumes assados - tomate, abobrinha, berinjela e cebola roxa - foram apresentados na forma de um clássico ratatouille. Estavam assados na medida certa, prevalecendo um sabor levemente adocicado, harmonizando bem com o leve sal do tempero das iscas de soja. Ao final, o tempero usado nos ingredientes do prato fez a diferença no paladar.
Valor total da conta: R$ 38,94, incluída a gorjeta de 10%. Pagamento em cartão de crédito.
Minha nota: 7.

domingo, 5 de março de 2017

AMADEUS BAR E RESTAURANTE

A experiência: saímos do teatro no CCBB e resolvemos jantar. O relógio marcava pouco mais do que 21 horas. Éramos quatro e decidimos ir nas imediações do centro cultural, o que me facilitou na hora de ir embora, quase meia noite, pois moro bem perto. Fomos a pé para o Amadeus Bar e Restaurante que fica acoplado ao hotel Royal Savassi, mas com entrada totalmente independente. Estava bem cheio, mas o local é grande com mesas na varanda e no amplo salão interno. Resolvemos ficar na varanda, perto da entrada, o que garantiu um certo frescor durante a nossa estadia no local. A casa oferece um buffet bem variado de frios, sushi, pratos quentes e sobremesa, ao preço de R$ 74,90 o quilo. Para quem não gosta deste tipo de serviço, há também pratos a la carte, com destaque para as estrelas da cozinha internacional. A adega do Amadeus é famosa. Fica no subsolo e quem quer vinho, desce as escadas, passeia pelas prateleiras e escolhe a garrafa que vai tomar. Nós quatro decidimos tomar vinho e nos servir do buffet. As comandas são individuais, o que facilita na hora de pagar a conta, especialmente quando há grupos grandes, como vi alguns nas mesas do salão interno. O vinho escolhido foi o tinto espanhol Marqués de Castilla Reserva 2009 (R$ 95,58), elaborado com as castas tempranillo e cabernet sauvignon, tendo 12,5% de teor alcoólico. O vinho era leve e conseguiu ser um bom companheiro para a diversidade de iguarias que os quatro da mesa colocaram em seus respectivos pratos. O buffet fica no salão interno. É muito variado, e dá vontade de experimentar praticamente de tudo. O buffet de sushi fica à parte, mas a balança é a mesma para todos, e se o cliente quiser sashimi, a porção sai a R$ 19,90. Pulei a parte japonesa, focando nas entradas frias. O ceviche de tilápia me chamou a atenção, pois não tinha azeite, algo muito comeum nos buffets e BH. Havia dois tipos de ceviche de tilápia (aqui chamada de saint peter). Um marinado no limão e o outro na laranja. Embora tenha chamado minha atenção, também pulei esta parte. Não estava com vontade de comer peixe. Coloquei em meu prato linguiça defumada (que logo passei para o prato de meu companheiro), salada com abobrinha, queijo minas, escabeche de berinjela, pão de queijo e torradas. Na parte dos pratos quentes, me servi de paleta suína assada cortada em cubos e acompanhada por mandioca também assada. A paleta, como já esperava, estava seca. Comida bem feita, com bom tempero. O que gostei foi que, apesar de ser buffet, o restaurante não se prende ao trivial, com pratos mais elaborados à disposição do comensal. Só me servi uma única vez, com o prato pesando 476 gramas (R$ 35,65). Todos os demais na mesa foram duas vezes ao buffet. Mas eu fui o único que quis sobremesa. Os doces chamam a atenção. Comi um pouco de tiramisù e um pedaço de torrone feito com chocolate. O tiramisù me surpreendeu pela qualidade do mascarpone e pela suavidade de sua massa. Minha sobremesa pesou 92 gramas (R$ 6,89). Para acompanhar o vinho, bebi uma garrafa de 300 ml de água mineral com gás São Lourenço (R$ 4,80). Meu companheiro ainda bebeu uma água tônica light (R$ 6,00). Ao final, um café espresso (R$ 3,80), que chegou frio à mesa. Mesmo com as comandas individuais, é possível pedir ao garçom para fechar a conta, separadamente se a mesa quiser, e pagar na própria mesa.
Restaurante: Amadeus Bar e Restaurante
Endereço: Rua Alagoas, 699, Funcionários, Belo Horizonte, MG.
Telefone: +55 31 3261 4292
Data: 03/03/2017, sexta-feira, jantar.
Valor total da conta: R$ 164,00; para duas pessoas, incluído o serviço. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 6,5.

quarta-feira, 1 de março de 2017

DOCES DE PORTUGAL - FUNCIONÁRIOS

A experiência: segunda-feira de Carnaval. Dia nublado. Depois de muita preguiça, saímos para almoçar perto de casa, no restaurante Santa Fé. Ainda no restaurante, decidimos comer a sobremesa na loja Doces de Portugal, que fica muito próxima de onde estávamos. Muita gente teve a mesma ideia, pois a pequena loja estava cheia. O sistema de atendimento é direto no balcão, onde uma grande vitrine aguça nosso apetite. Os doces e salgados têm linda aparência e já conquistam pelo visual, especialmente os quitutes portugueses, aqueles que levam gema de ovo até na alma! O quindim chamava a minha atenção, mas acabei pedindo uma encharcada (R$ 7,50), doce tradicional da região do Alentejo, em Portugal. Consiste de gema, clara, açúcar e água. É tão doce que a porção fica parecendo exagerada. Acompanhei com um providencial café espresso muito bem tirado. O atendimento é muito bom, com simpáticas balconistas que estão sempre sorridentes para explicar o que contém cada docinho português. No dia seguinte, repeti a dose com mais duas amigas, quando comi um travesseiro de sintra (R$ 7,50), doce feito com massa de amêndoas, sem farinha de trigo, e gema de ovos, novamente acompanhado por uma xícara de café espresso. Gostei mais do que a encharcada. Para se voltar várias vezes e há outras unidades espalhadas pela região Centro-Sul de BH.
Restaurante: Doces de Portugal
Endereço: Rua Santa Rita Durão, 949, Funcionários, Belo Horizonte, MG.
Telefone: +55 31 3261 5772
Web: http://docesdeportugal.com.br/
Data: 27/02/2017, segunda-feira, pós almoço.
Valor total da conta: R$ 61,50; para seis pessoas. Conta paga com cartão de crédito.
Minha nota: 8.

sábado, 7 de janeiro de 2017

SUSHI NAKA

A experiência: Desde que chegamos em Belo Horizonte, em dois meses e meio, fomos três vezes ao Sushi Naka, um restaurante antigo na cidade especializado na gastronomia japonesa. O ambiente é simples, com péssima acústica, cadeiras desconfortáveis, mas vive cheio. São pessoas de todas as idades que frequentam suas mesas. Famílias inteiras, grupos de amigos, casais de namorados jovens, enfim, um público eclético, de idades variadas, mas que busca a mesma coisa: a qualidade da comida. O Sushi Naka fica em uma casa de dois andares, mas os ambientes se espalham apenas no segundo piso. A sala do fundo é a mais barulhenta. Se estiver cheio, como nas noites de sexta-feira, este é o pior ambiente para ficar, pois devido à acústica ruim, o barulho de conversa alta chega a ser ensurdecedor, especialmente quando há crianças nas mesas. Prefiro ficar nas mesas da passagem entre os salões, mais perto do balcão da direita, onde o sushiman trabalha. O serviço não é um primor. Invariavelmente há garçons ou garçonetes com cara amarrada, mas isto não chega a atrapalhar o atendimento. Os pedidos, mesmo com a casa em plena lotação, não tardam a chegar às mesas. O cardápio é variado, com muitas opções da culinária japonesa clássica, tanto em relação aos pratos quentes quanto aos frios. Não espere invencionices, ingredientes diferentes ou sushi quente. Vendem o básico. Talvez seja por isso que tenha clientela cativa.
Relato a seguir o que comemos nas três vezes em que jantamos no Sushi Naka:
01) Combinado Naka Simples (R$ 159,00) - são seis sashimi shake, seis sashimi shiromi, seis sashimi maguro, três shake sushi, três maguro sushi, dois shiromi sushi, um ebi sushi, seis teka maki, seis califórnia maki, seis salmon skin maki e cinco sashimi kani. No total, cinquenta peças. Comemos este combinado na primeira noite (04/11/2016), quando éramos duas pessoas, e na terceira noite (06/01/2017), quando éramos três pessoas. Se conjugado com um prato quente, como um tempurá, este prato pode servir até mesmo quatro pessoas. Na primeira vez, veio servido em um barco, mas na segunda vez, veio em uma bandeja redonda. Fizemos questão de contar, pois nos pareceu que foram servidas mais peças do que as descritas no cardápio. Em ambas as oportunidade, vieram mais de cinquenta peças. O peixe é muito fresco, carnudo, cortado em fatias grandes de bom calibre. O arroz do sushi é um caso à parte. Temperado divinamente. Dá vontade de comer uma panelinha só com este arroz temperado: vinagre, sal e açúcar no ponto certo. Para quem não entendeu as descrições dos itens do prato, vamos lá: sashimi e sushi de salmão, atum e peixe branco. E um de camarão. O kani é dispensável. Prato muito bom.
02) Yasai - tempurá de legumes (R$ 56,00). São legumes fatiados e semi empanados que chegam quentes à mesa em uma quantidade bem satisfatória. Comemos este prato na primeira e na terceira noite. Os legumes estavam bem gostosos, envoltos em uma fina camada de farinha. Embora mergulhados em gordura quente, são servidos bem sequinhos. Brócolis, couve-flor, batata-doce, quiabo, pimentão verde, cenoura, berinjela, abobrinha e batata são os legumes servidos. Meus preferidos são o quiabo, a berinjela e a batata-doce. Outro prato muito bom.
03) Lamen (R$ 40,00) - macarrão, lombo adocicado, massa de peixe e cebolinha. Pedi este prato na segunda noite em que jantei no Sushi Naka (10/12/2016). De tanto ver fotos de lamen no Instagram, fiquei com vontade de pedir. Resolvi experimentar o do Sushi Naka. Confesso que não prestei atenção na descrição do prato. Quando chegou e não vi a metade de um ovo levemente cozido, com a gema ainda mole, fiquei frustrado. Depois que atentei que o menu não descrevia este prato com ovo. O caldo estava muito gorduroso. A foto mostra isto nitidamente. Não apreciei, nem meu companheiro. Ambos deixamos na cumbuca, fato raro de acontecer.
04) Teishoku tempura (R$ 82,00) - legumes e camarões semi empanados, sete guarnições, um misso shiro e um goham. Bem melhor que o lamen. Os legumes e o camarão estavam como na descrição do yasai logo acima. O miso shiro (sopa de soja) estava bem temperado, mas também tinha muito óleo em seu caldo. O arroz (goham) veio como deve ser: sem tempero e grudento, o que auxiliou na harmonização com as guarnições. O nirá com ovo estava muito bom. O broto de bambu fresco com salmão seco foi a pior guarnição, justamente por causa deste peixe seco. Se fosse somente o broto de bambu seria outra história no paladar. A berinjela estava mergulhada em um delicioso azeite. Muito macia por dentro, quase derretendo na boca de tão cozida. Adorei. A raiz de flor de lótus, uma raridade em restaurantes japoneses no Brasil, estava com aspecto feio, mas seu sabor marcante preencheu bem a boca. Sua cocção estava mais para o crocante, o que aprecio mais. Também como guarnição foi servido um naco de tofu com cebolinha. Era fresco. Prefiro ele levemente grelhado. O macarrão de arroz estava mergulhado em um caldo feito à base de soja. Bem temperado, foi perfeito com a flor de lótus. Por fim, o nabo crocante e ácido devido à conserva. Muito gostoso e essencial para tirar a gordura da boca. Foi uma surpresa agradável, muito bem servido para duas pessoas, mas continuo preferindo os combinados de sushi e sashimi.
Restaurante: Sushi Naka
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 92, Funcionários, Belo Horizonte, MG.
Telefone: +55 31 3287 2714
Wi-fi: não há.
Valor total da conta:
04/11/2016 - R$ 227,00, para duas pessoas, sem o serviço e sem bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
10/12/2016 - R$ 180,00, para duas pessoas, sem o serviço e sem bebida alcoólica. Conta paga com cartão de crédito.
06/01/2017 - R$ 246,00, para três pessoas, sem o serviço e com bebida alcoólica (uma garrafa de 600 ml de cerveja Bohemia). Conta paga com cartão de crédito.
OBS: o restaurante não permite pagar os 10% de serviço no cartão de crédito/débito.
Minha nota: 8.