sexta-feira, 9 de setembro de 2016

A PADARIA PORTUGUESA - PRAÇA DOS RESTAURADORES

Estive cinco dias em Lisboa participando de um evento pelo trabalho. Cheguei muito cedo em um domingo ensolarado, e não pude fazer check in no hotel antes das 14 horas. Deixei malas no hotel e sai para caminhar um pouco pela Avenida da Liberdade. A ideia era tirar algumas fotos e parar em algum lugar para tomar um belo café da manhã. Na Praça dos Restauradores está uma unidade dA Padaria Portuguesa. Já a conhecia e decidi parar ali para o desjejum matinal. Eram 10 horas da manhã.
É uma padaria que serve lanches rápidos durante todo o seu horário de funcionamento, com mesas na calçada e no salão interno. Não há atendimento nas mesas. O cliente chega, retira uma ficha na entrada e espera ser chamado no balcão, onde estão expostas as delícias doces e salgadas produzidas pela casa. Há dois tipos de fichas: para levar e para comer no local. Peguei o segundo tipo. Havia muita gente entrando e saindo, a maioria estrangeiros em férias pela cidade, mas o sistema funciona de forma rápida. Em menos de cinco minutos, chamaram meu número. Àquela altura, eu já havia decidido o que iria pedir: um suco de laranja natural (€ 1,80), um sanduíche de mussarela fresca (€ 3,20), um pão de Deus tabuleiro (€ 1,00) e uma garrafa de água mineral sem gás de 500 ml (€ 1,00). Esta última para levar comigo durante o restante do passeio pelo centro de Lisboa. O balconista colocou em uma bandeja o sanduíche e o pão, me orientando para pagar no caixa à esquerda, onde recebi as bebidas. Depois de pagar o total de € 7,00, peguei minha bandeja, procurando um local para me sentar. Havia duas mesas recém liberadas, ainda com restos de comida e sujeira dos que me antecederam. Coloquei as bandejas usadas na mesa ao lado, pois me recuso a fazer o serviço que deveria ser prestado pela casa.
Aqui abro um parênteses. Desde que as redes de fast food e as praças de alimentação dos shoppings adotaram o sistema de incentivar o consumidor a retirar sua bandeja usada e a levar para os postos de coleta de lixo, milhares de empregos foram perdidos ao redor do mundo. Prefiro continuar deixando minha bandeja usada na mesa para que um funcionário a retire. Tenho observado que cada vez mais as pessoas estão fazendo isto, o que favorece um maior número de empregos.
Voltando ao meu café da manhã. Logo um empregado pegou as bandejas sujas e as levou embora. Antes, porém, pedi a ele a senha do wi-fi, o que fui prontamente atendido.
Devidamente instalado e com a água guardada em minha bolsa, pude degustar meu frugal café da manhã. O suco era natural, mas muito pálido, quase não se sentia o gosto da laranja. No entanto, o sanduíche, que tinha um ótimo tamanho, era muito saboroso. Consistia de pão redondo, com muita semente de papoula por cima, recheado com rodelas de tomate caqui, folhas de rúcula e mussarela de búfala fresca. A mussarela era bem leve, pouco consistente, o que garantiu uma boa umidade ao recheio. Sabor leve, delicado, refrescante. Muito bom para o café da manhã. Em seguida, foi a vez de degustar o carro chefe da padaria, o pão de Deus de tabuleiro. Pão doce, com muito creme de coco por cima, massa bem cozida e muito macia. Deu vontade de comer outro, mas me contive, pois era um café da manhã!
A Padaria Portuguesa é um achado para quem quer comer rápido e de forma saudável. Há cerca de 40 unidades espalhadas por Lisboa.


Restaurante: A Padaria Portuguesa
Endereço: Praça dos Restauradores, 58, Centro, Lisboa, Portugal.
Telefone: +351 213 470 454
Web: http://www.apadariaportuguesa.pt/
Data: 28/08/2016, domingo.
Valor total da conta: € 7,00, sem serviço e sem bebida alcoólica. Conta paga em dinheiro.
Minha nota: 8.

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